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- A LIGAÇÃO ENTRE PISCINAS E A ASMA
- BANHISTA DEVE TOMAR CUIDADO COM O OUVIDO
- CLORAÇÃO PODE CAUSAR CÂNCER
- CUIDADOS COM O SOL
- CUIDADOS ESPECIAIS COM A SAÚDE E FÉRIAS
PRAZEROSAS
- ESTUDO DA ASMA
- ESTUDO INDICA SPAS PODEM AJUDAR CONTROLE DA DIABETE
- FESTAS EM PISCINAS ESQUENTAM O VERÃO CARIOCA
- FILTROS PARA PISCINAS
- MAL DE ALZHEIMEIR
- O QUE É EQUILÍBRIO QUÍMICO ?
- OS CUIDADOS PARA CURTIR O VERÃO
COM AS CRIANÇAS
- PISCINAS REQUEREM CUIDADOS!
- PROJETO CONTRA ACIDENTES EM PISCINAS
- SISTEMA DE MONITORAMENTO SALVA GAROTA
EM PISCINA
- SOL X CLORO ATIVO
- TRIHALOMETANOS
- PRODUTOS E EQUIPAMENTOS SEM CLORO
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A
LIGAÇÃO ENTRE PISCINAS E A ASMA
Trocar
regularmente a água e o ar das piscinas cobertas e fechadas(indoor)
pode ajudar. Pessoas que trabalham em ambientes com piscinas fechadas
podem estar sob risco de desenvolver asma, segundo os pesquisadores.
Um estudo dos médicos de Birmingham mostra que substâncias químicas
denominadas cloroaminas podem causar a asma ocupacional. Este
estudo foi publicado no European Respiratory Journal (EJR) e mostra
que nadadores regulares e praticantes também podem estar sob risco.
O estudo acompanhou três casos, mas os pesquisadores do Birmingham´s
Heartlands Hospital afirmam que outros estudos ainda serão desenvolvidos
nesta área.
As tricloroaminas são formadas quando o cloro reage com proteínas
provenientes dos usuários das piscinas, através de suor e urina,
causando o odor característico de piscinas. Produtos químicos
a base de cloro são usados a fim de desinfetar, evitando desse
modo a transmissão de infecções entre os usuários.
Os pesquisadores afirmam que a quantidade de cloroaminas presente
no ar depende de fatores como a higiene pessoal dos usuários e
a frequência da troca da água. Apesar da variedade de produtos
químicos presentes na água das piscinas, as tricloroaminas aparecem
em grandes quantidades , sendo estas segundo os pesquisadores
as causadoras da asma em piscinas cobertas.
Asma
e o local de trabalho
O
grupo monitorou dois salva-vidas e um professor de natação que
trabalham em piscinas (indoor) diferentes. Os três trabalharam
em piscinas indoor por alguns anos antes de desenvolverem sintomas
asmáticos. No entanto, os três passaram a sofrer de tosse e congestão
nasal no trabalho e com a intensificação dos sintomas no período
de férias.
Foi medido o pico do fluxo de expiração (volume máximo de ar que
os pulmões conseguem expirar em um segundo) dos três indivíduos
a cada duas horas por três semanas. Os testes foram realizados
usando tricloroamina.
Em dois dos três casos, os pesquisadores encontraram uma relação
significante entre a asma do indivíduo e seu trabalho. No terceiro
caso, o indivíduo não pode realizar o teste do pico do fluxo de
expiração, porque sofreu uma crise de congestão nasal após meia
hora da sua chegada ao local de trabalho, necessitando utilizar
um inalador.
Nos três casos, os testes com tricloroaminas produziu uma reação
asmática imediata. Nenhum teve reação ao cloro (ácido hipocloroso).
Cloro
como agente irritante
O
Dr. Sherwood Burge, que dirigiu os pesquisadores disse a BBC News
Online: “ Se você tem asma e esta piora com o uso de piscinas,
pode ser que ela esteja ligada a água da piscina.” Ele acrescentou:
“ Isto mostra que o ar presente no ambiente de piscinas
cobertas pode causar asma. Mais estudos devem ser feitos com pessoas
que trabalham em piscinas.”
Os pesquisadores afirmam que seus resultados não devem gerar medidas
extremas como a de impedir crianças de frequentarem as piscinas
indoor. Mas eles sugerem que os desinfetantes usados em piscinas
sejam cuidadosamente escolhidos e que o ar e a água sejam trocados
com a maior frequência possível.
O professor Benoit Nemery, do Department of Occupational Medicine
do Leuven Hospital, escrevendo no ERJ, disse que o estudo de Birmingham
foi significante e afirmou: “Ele serve como uma evidência
de que asma causada por piscinas cobertas pode ser uma doença
ocupacional e os casos são bastante comuns”.
Fonte:
http://news.bbc.co.uk
Nota
– As cloroaminas são voláteis, isto é, emanam gases que
se concentram em ambientes fechados. O termo cloroaminas engloba
as mono, di e tricloroaminas.
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BANHISTA
DEVE TOMAR CUIDADO COM O OUVIDO
FONTE:
Jornal Folha de São Paulo
Caderno: Folha Saúde
13/01/2002 pag. C19
A
umidade constante no canal externo do ouvido, comum durante o
verão, quando aumenta a freqüência à piscina e praia, pode favorecer
uma inflamação, a otite externa. Segundo o presidente de Otorrinolaringologia,
Luc Weckx, a água pode remover a cera que protege o canal. Dor,
coceira, secreção e diminuição da audição são os principais sintomas.
O diagnóstico é por exame do canal e o tratamento inclui limpeza
cuidadosa.
Otite
Secar
ouvidos ajuda a prevenir inflamação.
Segundo o presidente da sociedade, para prevenir a otite externa
é preciso secar bem os ouvidos e não introduzir objetos no canal.
Se houver excesso de cera ou dor, procure o médico. Pessoas com
otite externa recorrente podem proteger os ouvidos com algodão
embebido em óleo de amêndoas.
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CLORAÇÃO
PODE CAUSAR CÂNCER
JORNAL
A GAZETA DO POVO – CURITIBA 20/11/2000 – CIÊNCIA
CLORAÇÃO
PODE CAUSAR CÂNCER DE BEXIGA
CAMPINAS
(AE) - A coleta e análise de mais de 200 amostras durante 6 meses,
numa estação de tratamento de água de Juiz de Fora, em Minas Gerais,
provou que a cloração pode gerar resíduos cancerígenos, quando
feita com produtos de origem inorgânica (hipoclorito de sódio,
lítio e cálcio). A pesquisa foi realizada por Jorge Antônio Barros
de Macedo, especialista em ciência e tecnologia de alimentos da
Universidade Federal de Juiz de Fora. As amostras de água coletadas
por ele, em 1997, durante a elaboração de sua tese de doutorado,
continham trihalometanos, ou THMs, resíduos considerados cancerígenos.
Segundo ele, após 60 anos consumindo diariamente 2 litros de água
com THMs, a probabilidade de contrair câncer de bexiga é de 100%.
Os THMs são resultantes da reação química de hipoclorito de sódio
(inorgânico), usados na pré-cloração, com ácidos húmicos e fúlvicos,
derivados da decomposição de matéria ou do leito do curso d’água,
explica Macedo. “Se trocarmos o hipoclorito de sódio, cálcio
ou lítio por dicloro – isocianurato de sódio (de origem
orgânica) e o utilizarmos na fase de pós cloração, eliminamos
a contaminação por THMs.” O uso do dicloro-isocianurato
de sódio está previsto na portaria 150 da Agencia Nacional de
Vigilância Sanitária, editada em 1999. Mas a substituição dos
sistemas de tratamento mais antigos – com hipoclorito e
os resíduos THM – não é obrigatória.
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ESTUDO
DA ASMA
Por
Bob Dumas
Um
estudo europeu afirma que há ligação entre
o uso de cloro e o crescimento de casos de asma nas crianças.
Pesquisadores
belgas concluíram que a exposição frequente
a cloroamina, um sub produto do cloro resultante da sua combinação
com amônia e outros compostos nitrogenados, afeta a barreira
de proteção natural que as crianças apresentam
em seus pulmões, tornando-os mais sensíveis.
O
estudo testou o sangue de 225 crianças, com idade entre
9 e 10 anos que nadaram regularmente em piscinas cobertas durante
alguns anos. Os resultados mostraram que as crianças acumularam
proteínas desencadeadas pelas cloroaminas, que os tornaram
mais propícios a manifestação de asma.
"Os
banhistas estão mais expostos aos compostos clorados quando
inalam efetivamente o ar logo acima da superfície da água,"
afirma o Dr. Alfred Bernard, orientador do estudo e toxicologista
da Universidade Católica de Bruxelas em Louvain e medicina
ocupacional e ambiental.
No
entanto, críticos do estudo afirmam que os resultados podem
ter sido deturpados a medida que tradicionalmente crianças
com asma são encorajadas a praticar natação.
Vale lembrar: não é comprovado que a liberação
destas proteínas no sangue foi resultante da exposição
ao sub produto do cloro ou simplesmente uma consequência
da natação.
"Nós
acreditamos que o estudo cria mais questionamentos do que respostas,"
afirma C. T. Howlett Jr., diretor executivo do Chlorine Chemistry
Council (CCC), uma associação nacional sediada em
Arlington, Va. "O estudo apresenta caráter apenas
experimental e não deve ser usado para a obtenção
de nenhuma conclusão do assunto."
Howlett
afirma que o estudo não oferece suporte fisiológico
da hipótese levantada e que "os próprios autores
acreditam que novos estudos epidemiológicos devem ser realizados."
O
CCC também salienta que há diferenças entre
os padrões da Europa e dos Estados Unidos que podem ter
deturpado as conclusões do estudo.
"Nós
não estamos surpresos pelo fato dos pesquisadores terem
encontrado cloroaminas nas piscinas, inclusive no estudo europeu,"
Howlett afirma. "Os guias do CDC (Centers for Disease Control)
para piscinas públicas e residenciais nos Estados Unidos
determina como padrão níveis residuais de cloro
livre maior do que o estabelecido na Europa. Os níveis
de cloroaminas tendem a aumentar quando não há cloro
livre residual suficiente."
O
aumento na fiscalização da higiene, cloração
adequada e recirculação do ar apropriada irá
reduzir significativamente os níveis de cloroaminas, afirma
Howlett.
Assim,
o National Spa & Pool Institute (NSPI) estuda a inclusão
de parâmetros de ventilação do ar para piscinas
públicas em seus padrões.
"Esta
é uma área em que o comitê técnico
observa a necessidade de pesquisas e mais estudos," afirma
Carvin DiGiovanni, diretor senior técnico, educacional
e de relações públicas do NSPI.
Ele
afirma que o NSPI irá procurar conselhos com a American
Society of Heating, Refrigeration and Air Conditioning Engineering
(ASHRAE).
"Eles
apresentam padrões em relação a ventilação
e há uma seção voltada para piscinas cobertas,"
ele afirma. "Se nós obtivermos mérito, iremos
adiante e criaremos uma linguagem com base nestes padrões."
A
pesquisa do NSPI em ventilação começou antes
mesmo do estudo belga sobre o cloro, salientou DiGiovanni: "Nós
já estávamos neste processo de estudo em virtude
das recentes reclamações em relação
a problemas pulmonares associados às spas e banheiras de
hidromassagem."
Fonte:
Pool & Spa News
11 de julho de 2003.
Página 10
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ESTUDO
INDICA SPAS PODEM AJUDAR CONTROLE DA DIABETE
Fonte:http://www.epoolandspa.com
A
indústria de spas está sempre a procura de pesquisas que mostrem
os benefícios terapêuticos da água quente. Enquanto
a maioria dos argumentos de marketing está focado no uso de spas
para aliviar dores de artrite e proporcionar uma noite bem dormida
aos insones, um novo estudo publicado recentemente no New England
Journal of Medicine mostra que spas podem ser benéficas para pessoas
com diabete, uma doença que afeta cerca de 15,7 milhões de americanos.
Um
grupo de pesquisa dirigido pelo Dr. Philip L. Hooper do McKee
Medical Center em Loveland, Colo., descobriu que a permanência
diária de 30 minutos em spa, seis dias por semana durante três
semanas consecutivas, melhorou o quadro geral do paciente, ajudando-o
a perder peso e reduzir o nível de açúcar do sangue ou de glicose
por volta de 13%.
O
estudo analisou um grupo de oito pessoas com diabete do tipo 2,
ou diabete adulta.
Tais pacientes apresentam idade superior a 45 anos e excesso de
peso. Ingerindo uma dieta saudável com pouca gordura, mantendo
o peso e praticando exercícios regularmente, a diabete do tipo
2 é controlada. Somente em alguns casos é necessário o uso de
medicamentos.
Os
pesquisadores conduziram o estudo para observar se o uso de spas
oferece um efeito benéfico similar a prática de exercícios para
estes pacientes.
“Durante
o desenvolvimento do estudo foi observado uma melhora no sono
e na sensação geral de bem estar.” descreve Hooper.
Após
10 dias de terapia de spa, um participante do estudo reduziu a
sua dose diária de insulina em 18%.“ Nosso estudo mostra
que a terapia do spa deve ser considerada como uma excelente opção
para pacientes de diabete do tipo 2. “ afirma Hooper.
Porém,
é necessário ressaltar que o usuário de spas deve controlar a
temperatura da água para evitar queimaduras.
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Festas
em piscinas esquentam o verão carioca
Fonte:
Internet - http://www.universodamulher.com.br
Na Califórnia, as pool parties fazem sucesso há
mais de 20 anos. Embora pareça quase óbvia, a ótima
idéia das festas em piscina está sendo redescoberta
no Rio. Não se trata mais de aproveitar dias de sol para
reunir amigos e dar uns mergulhos. No verão do pós-praia,
as festas eram produzidíssimas, com direito a prosecco
gelado, bandejas de frutas e muita música eletrônica.
Algumas dessas festas rolaram por mais de 12 horas: enquanto houver
ânimo está valendo. Detalhe: a presença do
sol não é mais indispensável. Dispensável
hoje, quem diria, é a praia.
- Só vou à praia para caminhar. Adoro ficar em casa
e transformei minha piscina num pequeno clube para os amigos -
conta o arquiteto André Piva, que divide a piscina e a
vida com o estilista Carlos Tufvesson, numa casa debruçada
sobre a Lagoa.
Na piscina de André Piva,o mordomo serve as bebidas
.
Lá, as pool parties começam por volta das 14h e
não têm hora para acabar. A "entrada" é
uma garrafa de prosecco e as comidinhas, sempre leves e saudáveis,
ficam por conta do mordomo Alberto, que faz dezenas de viagens
com bandejas de frutas e flûtes de espumante. O dono da
loja modernete Contemporâneo, Robert Guimarães, e
a cantora Clara Moreno são habitués.
- No dia em que passou na TV o episódio de "Os Simpsons"
no Rio, tivemos 40 convidados - lembra Piva.
Pelo jeito, a moda veio para ficar. Desde dezembro, a baterista
da banda feminina Ápice, Verônica Von Borries, já
organizou mais de dez pool parties em sua casa, no Recreio. A
última, movida a picanha na brasa, começou às
5h.
- Você não se suja de areia, a água é
limpa e podemos dar canjas quando quisermos - elogia Verônica.
Bem mais sofisticada, a festa do Hotel Intercontinental, em São
Conrado, tem entrada paga - bastante salgada , por sinal. Quem
quiser se divertir nas três piscinas emolduradas pela Pedra
da Gávea vai desembolsar de R$ 100 a R$ 500, dependendo
da seleção de comidas e bebidas escolhida.
- Quando lancei meu primeiro livro, há dois anos, reuni
mais de três mil pessoas em torno das piscinas. Costumo
fazer festas para amigos estrangeiros aqui, um lugar bonito e
muito agradável - conta o escritor-viajante João
Ricardo Coelho.
O filão piscina-bebida-DJ também foi descoberto
pelo Hotel Ipanema Plaza, na Rua Farme de Amoedo. Às sextas
e aos sábados, a cobertura, no 18 andar, vira uma imensa
pista de dança com direito à vista da Lagoa, da
Praia de Ipanema e do Corcovado. A coordenadora de eventos do
hotel, Adriana dos Reis Faria, diz que as pool parties foram lançadas
no fim de outubro. O sucesso é tanto que a promoter do
hotel, Izabella Van Hecke, decidiu fazer happy-hour em torno da
piscina. Domingo que vem começa, e mergulhos noturnos estão
liberados. Só falta definir o preço.
Os festeiros Fábio Monteiro (ex-Demente) e Rosane Amaral
decidiram não esperar o carnaval para realizar a terceira
edição de sua Pool Party no clube Radar, em Copa.
O piscinão de 25m por 10m será decorado com bóias
e balões coloridos.
- Era para acontecer só no carnaval, mas houve muitos pedidos
para anteciparmos. É uma festa com a cara deste verão,
muita gente está cansada de se fechar em boate. Será
a primeira de muitas outras até o fim da estação
- promete Monteiro.
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MAL
DE ALZHEIMER PODE SER ORIGINADA POR ÁGUA POTÁVEL CONTENDO SAIS
METÁLICOS.
Diversos
estudos associam a doença de Alzheimer com a ingestão de água
potável com altas concentrações de alumínio. Uma pesquisa recém
divulgada na França confirma a tese. Pesquisadores da Université
Victor Segalen Bordeaux II 2.700 pessoas durante oito anos, com
o objetivo de identificar novos casos desta doença. Dentre as
pessoas do grupo estudado foram identificados 182 casos do mal
de Alzheimer. Deste grupo de 182 pessoas, 13 estavam relacionados
com áreas do País onde a água potável mostrava níveis de alumínio
superiores a 0,1 mg/litro (0,1 ppm). No estudo também foram relacionados
os casos de demência em certas áreas onde a água potável continha
também altas concentrações de alumínio. Ao mesmo tempo, foram
encontrados uma menor quantidade de pacientes com menor risco
de demência em regiões onde a água potável possui altas concentrações
de sílica. Cabe lembrar que o alumínio é fartamente utilizado
na clarificação e decantação da água potável e também de piscinas,
através dos produtos sulfato de alumínio e floculantes à base
de policloreto de alumínio (flocs). O estudo poderá ser encontrado
no site www.medicines.com .
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O
QUE É EQUILÍBRIO QUÍMICO ?
A
água (H2O), produto químico fornecido pela natureza, está presente
no organismo humano em 71% do peso vivo. Todo o volume de água
existente na Terra foi gerado no período de formação do nosso
planeta, segundo várias teorias. Desde então não se fabricou mais
nenhuma molécula de água. Alguém já ficou sabendo de alguma fábrica
de água sintética ?
A
água é guardada em reservatórios subterrâneos, portanto se contamina
com sais minerais, metais, absorvendo as características do solo
onde está armazenada. A água mineral, por exemplo, excelente para
o organismo humano, não guarda os mesmos benefícios que os gerados
para o corpo humano, quando utilizada em piscinas. O ferro, cálcio,
magnésio, manganês e outras substâncias impregnam as paredes e
equipamentos da mesma, prejudicando a ação dos oxidantes e sanitizantes.
Portanto dizer que uma piscina possui água mineral não é vantagem
nenhuma, muito pelo contrário, indica ausência de sanitização.
O
Equilíbrio Químico (EQ) visa recompor sua composição química ideal
(aproximadamente). Para fins do tratamento das piscinas nos interessa
apenas os seguintes fatores: Alcalinidade Total (AT), pH e Dureza
Total (DT).
Por
ordem de importância:
AT
– é a propriedade que a água tem em auto ajustar o pH. Esta
ação visa proteger o pH da água da piscina de variações causadas:
pelas chuvas que acidulam o pH, pelos sanitizantes e outros produtos
químicos que também acidulam o pH. Por exemplo, as pastilhas de
tricloro são extremamente ácidas, interferem drasticamente no
pH. Alguns algicidas também fazem o mesmo. O nome técnico deste
auto - ajuste é tamponamento. A faixa ideal da AT é entre 80 e
120 ppm. Para atingirmos essa faixa ideal utilizamos, conforme
a necessidade, o AQUALID ESTABILIZADOR de pH.
1
ppm = 1,0 grama/1.000 litros de água = 1,0 miligrama /1,0 litro
de água.
O
produto AQUALID ESTABILIZADOR de pH eleva numericamente a AT.
O AQUALID REDUTOR DE pH baixa numericamente a AT.
Portanto
a AT é consumida pela adição de substâncias ácidas na água da
piscina. Ela deve ser monitorada através do teste rápido (AQUALID
TEST) que indica a quantidade de Estabilizador de pH existente
na água da piscina.
DT
– mede a quantidade de sais de cálcio e magnésio presentes
na água da piscina. No Brasil não possuímos grandes problemas
com a dureza nas águas da piscina. Apenas algumas regiões guardam
água subterrânea com alto teor de cálcio e magnésio.
Segundo
normas norte americanas a DT poderá variar de 150 a 1.000 ppm.
Uma dureza elevada dificultará a sanitização e poderá causar depósitos
ásperos nas paredes e fundo da piscina.
Uma
DT muito baixa tende a tornar a água corrosiva, contudo se tamponarmos(AT)
devidamente o pH não deveremos nos preocupar muito com a DT. O
AQUALID DUREZA CALCICA corrige, aumentando, a DT. O AQUALID REDUTOR
DE pH reduz a DT. Nunca adicione AQUALID DUREZA CÁLCICA sem análise
prévia da água da piscina.
pH
– mede o índice de acidez ou de basicidade da água da piscina.
Dizemos que o valor do pH é baixo quando a acidez da água for
elevada ( pH = 5,0). Dizemos que o pH é alto quando a basicidade
for elevada (pH = 8,0).
0,0----------------------------7,0-----------------------14,0
pH Ácido pH
Neutro
pH Básico
Antes
de corrigirmos o pH deveremos medir e ajustar a AT. O AQUALID
REDUTOR DE pH reduz (acidula) o valor do pH, o AQUALID ALCALINIZANTE
neutraliza a acidez, elevando o valor do pH e a basicidade da
água da piscina.
Piscinas
com a AT entre 80 a 120 ppm não sofrem variação visível do pH
na água da piscina.
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Projeto
prevê medidas contra acidentes em piscina
Fonte:
http://www.pdt.org.br/noticias/pl_piscina.asp - 20/08/2005
(02.03.05) A prevenção de acidentes em piscinas,
especialmente aqueles decorrentes de saltos e quedas, é
o principal objetivo do Projeto de Lei 4777/05, apresentado à
Câmara pelo deputado Dr. Rodolfo Pereira (PDT-RR). A proposta
estabelece uma série de medidas de proteção
que devem ser tomadas por usuários e proprietários
desses espaços de lazer e prática de esporte.
Além de definir as regras para sinalização
dos equipamentos e piscinas, o projeto estabelece as penalidades
para os infratores.
Acidentes
Principal motivo das lesões na medula cervical, os acidentes
por mergulho podem causar afogamentos, tetraplegia (paralisia
total de braços e pernas) e até a morte. Esse tipo
de acidente é responsável por 4,1% das internações
por causas externas, segundo pesquisa da Rede Sarah de Hospitais,
e atinge principalmente homens com idade entre 15 e 24 anos.
De acordo com o deputado, o perfil das vítimas - homens
em plena idade produtiva - configura o acidente por mergulho como
um problema de saúde pública, cabendo ao Estado
enfrentá-lo conforme determina a Constituição
Federal. "Trata-se de um tipo de acidente que provoca danos
irreparáveis a suas vítimas, que muitas vezes perdem
o controle muscular a partir da região cervical",
justifica o deputado.
Sinalização
O projeto regulamenta o acesso de usuários a piscinas coletivas,
que são as localizadas em estabelecimentos como clubes,
e públicas, destinadas ao público em geral. As privativas
- aquelas destinadas ao uso familiar - estão excluídas
das regras previstas no texto.
Entre as medidas preventivas dos acidentes, está a correta
sinalização dos espaços. De acordo com a
proposta, os tanques deverão ter, a cada cinco metros,
a indicação da profundidade nas bordas e nas paredes.
Em caso de alteração da profundidade, sinais de
alerta devem ser incluídos. Se a profundidade for inferior
a dois metros, é preciso haver sinalização,
em lugar visível e tamanho legível, proibindo o
mergulho de ponta. O acesso ao tanque sob efeito de álcool
ou drogas também é proibido e deve ser sinalizado.
O projeto estabelece ainda a sinalização dos riscos
a que estão submetidos os infratores: fratura cervical,
lesão medular, tetraplegia, morte por afogamento e anoxia,
isto é, baixo teor de oxigênio no corpo. As medidas
de prevenção contra acidentes devem estar sinalizadas
em local visível, acessíveis a pessoas não-alfabetizadas.
No caso de infrações, as penalidades previstas são:
advertência, multa, suspensão das atividades e cassação
da autorização para funcionamento.
Medidas de segurança
Outras regras que devem ser obedecidas pelos usuários de
piscinas coletivas ou públicas são as seguintes:
- não correr ou empurrar pessoas na área circundante
ao tanque;
- não utilizar o tanque sem treinamento mínimo em
natação ou natação instrumental;
- não saltar, realizar acrobacia ou mergulhar de ponta
a partir da borda e dos equipamentos sem domínio técnico
do salto em água; e
- em caso de acidente, chamar imediatamente por socorro especializado
e evitar mover a cabeça ou o pescoço da vítima.
Tramitação
O projeto será encaminhado para análise das comissões
técnicas da Câmara.
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Alguns proprietários de piscinas
já receberam pelo menos uma vez o seguinte conselho:
“COLOQUE O CLORO NA ÁGUA
DA PISCINA SEMPRE AO ENTARDECER, PARA EVITAR A EVAPORAÇÃO DO CLORO
E DEIXAR QUE ELE HAJA DURANTE A NOITE”.
Como todos sabem o Cloro Livre
é o responsável pela sanitização da água da piscina. Quimicamente
o Cloro é chamado
de Ácido Hipocloroso e é representado pela fórmula química HClO.Apesar
de ser um poderoso oxidante o HClO sofre violenta decomposição
química expontânea na presença da luz solar. Este fenomeno não teria grande
importancia se as piscinas não ficassem expostas ao sol. Ora,
só usamos a piscina quando há sol.
Portanto o conselho acima é inútil
e traz sérios problemas para a sanitização das águas das piscinas.
Um ser humano, são, quando entra numa piscina deixa 4.000 bactérias
na água. Uma grama
de fezes libera 1.000.000 de vírus. Se não houver cloro ativo,
HClO, na água da piscina, rapidamente haverá um reprodução e desenvolvimento
de novas bactérias na água, causando sérios problemas para a saúde
dos usuários desta piscina.
A velocidade da decomposição do
ácido hipocloroso, ou Cloro Livre, é rápida na presença da luz
solar que contém raios ultravioleta. Se acertarmos o residual
de Cloro Ativo (HClO) numa piscina em 1,5 ppm, após 3 horas da
adição de produto e sob insolação, zeramos a concentração do cloro
ativo, quer usemos a piscina ou não. Isto permite dizer que se
adicionarmos cloro na água da piscina e não a utilizarmos durante
3 horas, 100% do dinheiro gasto não teve nenhuma utilidade sanitizante
preventiva, pois o ácido hipocloroso não deixa residual de proteção
na água sob a ação da luz solar.
A Propiscinas possui a Linha AQUALID, sem cloro, que tem
ação permanente na água da piscina, com proteção total aos usuários.
American
National Standard for Public Swimming Pools, page 28-9 (1992)
Journal of the Swimming Pool and Spa Industry – vol 2, number
1, pages 18-25
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CLORO
E TRIHALOMETANOS
Nas
primeiras décadas do século XX foram adotadas técnicas de tratamento
e desinfecção da água para posterior distribuição às populações.
Com o aumento da poluição industrial, os níveis das substâncias
orgânicas presentes na água de abastecimento público aumentaram
significativamente. Àquela época o cloro mostrou-se a melhor maneira
de livrar a água de microrganismos indesejáveis. Recentemente
novas pesquisas foram desenvolvidas e constatou-se que o cloro
utilizado para a desinfecção da água pode formar com a matéria
orgânica nela presente os temíveis “trihalometanos”.
Estudos pesquisas e congressos têm abordado a preocupação com
a qualidade da água de consumo humano. (Cetesb- 10.o Congresso
Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental) Órgãos como a
Organização Mundial da Saúde alertam aos governos para darem maior
atenção à qualidade da água oferecida à população, pois é fato
que onde existe saneamento básico a incidência de doenças como
febre tifóide, cólera, disenterias bacilares, hepatite infecciosa,
poliomielite e amebíase, é menor. Consequentemente os governos
têm gastos menores com a saúde pública. O Ministério da Saúde
menciona através da portaria n.o 1.469, de dezembro de 2000 o
valor máximo (0,1 mg/l) de trihalometanos permitido, já que esta
substância apresenta risco à saúde. Se os agentes responsáveis
estão buscando novos processos para tratamento de água, por que
não repensarmos o tratamento utilizado em nossas piscinas ? Toda
vez que entramos em uma piscina liberamos elementos orgânicos
como o suor e no caso das crianças, eventualmente, urina e fezes.
Ao tratarmos esta água com cloro de maneira inadequada, estamos
possibilitando a formação de compostos tóxicos para os usuários.
Hoje, o mercado já oferece um produto para tratamento da água
de piscina sem cloro e sem cobre: Aqualid. A evolução se faz necessária
em todos os segmentos de nossas vidas, sobretudo quando esta evolução
traz benefícios e melhorias para o meio ambiente em que vivemos
Matéria publicada no informativo “Sobre as Águas”
, ano 1, n.o 2, abril/2001.
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SISTEMA
DE MONITORAMENTO SALVA GAROTA EM PISCINA
SÃO
PAULO - Um sistema computadorizado de monitoramento aquático
instalado dentro de uma piscina salvou a vida de uma garota de
dez anos no Reino Unido. A tecnologia que socorreu a menina foi
o sistema Poisedon, desenvolvido pela empresa Vision IQ, que funciona
com câmeras e controla a segurança dentro das piscinas.
O Poisedon disparou alertas quando a garota começou a afundar
na água. Um alarme tocou três segundos depois que
o acidente aconteceu. A menina foi resgatada e levada para o hospital.
A tecnologia de monitoramento aquático foi criada para
alertar salva-vidas e professores de natação sobre
acidentes dentro das piscinas. Um dispositivo controla o nível
da água e movimentos dos nadadores debaixo da água,
mostrando o local exato do acidente. Segundo a Vision IQ, esse
sistema já está em operação em mais
de 120 piscinas dos Estados Unidos e Europa.
Edileuza Soares, do Plantão INFO - Terça-feira,
06 de setembro de 2005 - 15h09 http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092005/06092005-5.shl
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PISCINAS
REQUEREM CUIDADOS!
Você que está acostumado a pegar uma piscina no prédio
ou no clube durante o verão, deve se prevenir quanto as
doenças transmitidas nesses ambientes freqüentados
por muitas pessoas e ficar atento às dicas do especialista
em vigilância sanitária, Dr. Rui de Andrade Dammenhain.
Os casos mais comuns são as micoses e doenças de
pele em geral.
Mas segundo Dammenhain, quando uma pessoa engole água da
piscina, corre o risco de pegar doenças graves como cólera,
por exemplo. O decreto Estadual 13.166 de 23 de janeiro de 1979
exige que a água das piscinas de uso coletivo seja tratada
a regularmente. Também exige que os usuários façam
exames médicos periódicos.
"O problema é que a maioria dos 90 mil condomínios
residenciais do Estado de São Paulo desconhece o Decreto",
explica Dammenhain.
Fonte:
RS PRESS http://www.totalsalute.com.br/index.php?modulo=noticias&id_mat=419
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OS
CUIDADOS PARA CURTIR O VERÃO COM AS CRIANÇAS
Durante o verão os passeios à praias, piscinas e
parques são mais freqüentes, o que significa cuidado
redobrado em relação ao sol, alimentação,
vestuário e acidentes. Quando se fala em crianças,
o assunto fica ainda mais sério. Como em quase tudo, as
crianças são mais sensíveis aos raios solares
do que os adultos, e por isso é preciso adotar hábitos
especiais para elas.
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Algumas regras devem ser seguidas em relação ao
sol:
?
Não use filtro solar em bebês com menos de 6 meses
de idade. Mantenha-os fora do sol. Assegure-se de que há
sombra total nos carrinhos e na cadeirinha do carro. Quando sair
na rua, use sempre sombrinhas para o sol.
?
Para crianças de 6 meses ou mais:
aEvite o sol entre 10 e 16 horas, quando a radiação
solar é mais intensa.
aProteja a criança com chapéus e roupas. Um bom
chapéu de sol deve proteger as orelhas, nariz e lábios.
aOs melhores filtros solares para crianças são os
de fator de proteção solar 30 (FPS30) ou maior,
também chamados de bloqueadores solares. O ideal é
aplicar 30 minutos antes da exposição, para aumentar
o poder de penetração.
aReaplique o filtro solar a cada 2 horas, principalmente quando
a criança for à água ou transpirar muito.
?
Alguns remédios fazem com que a pele fique mais sensível
ao sol. Quando o pediatra prescrever alguma medicação,
pergunte se o sol deve ser evitado.
?
Não se engane com dias nublados. Os raios solares perigosos
atravessam as nuvens e a neblina.
?
Cuidado com a luz refletida. A luz do sol reflete na areia, no
concreto e na água, atingindo a pele, mesmo na sombra.
?
Se mesmo assim houver queimaduras, fique de olho nos sintomas.
Vermelhidão e ardência leves podem ser resolvidos
com um banho quase frio e hidratante. (hoje já existem
produtos específicos para tratamento pós-sol). Se
a queimadura parecer mais grave, ou surgirem sinais como moleza
excessiva e febre, dê bastante água fria e procure
atendimento médico.
Proteja seu filho, mas cuidado com os exageros. Uma criança
"embalada para presente" num dia ensolarado não
vai conseguir se divertir. Lembre-se sempre que o banho de sol
moderado faz bem à saúde. Além de ser agradável,
o hábito é importante para o processo de absorção
de cálcio / vitamina D, que fazem com que o corpo tenha
um crescimento normal.
Roupas Adequadas
Devido
ao calor e ao aumento de sudorese (suor), as roupas devem ser
de algodão, finas e folgadas de modo a permitir uma maior
ventilação, facilitando a evaporação
do suor. Roupas de baixo também devem ser de algodão.
Tecidos sintéticos devem ser evitados.
Na praia, sungas e biquínis são os trajes ideais,
porém devem ser retirados assim que possível. O
hábito de ficar com a roupa molhada após sair da
praia favorece o surgimento de micoses na pele.
As roupas podem proporcionar uma barreira contra a radiação
ultravioleta. Para a prática de esporte ao ar livre, para
situações que dificultem a aplicação
do filtro solar com freqüência ou no caso das crianças
com menos de 6 meses, as roupas podem ser uma boa opção
para quem quer proteger a pele do sol. O fator de proteção
(FPS) proporcionado por uma camiseta molhada é de aproximadamente
11; camiseta seca 12; lycra molhada 24 e lycra seca 35.
Nada de deixar os pequenos sem roupas. O contato com a areia ou
cadeiras sujas pode trazer problemas de pele e problemas no trato
geniturinário.
Alimentação
A alimentação no calor é simples, não
devendo se diferenciar muito dos hábitos da criança.
Muito líquido e frutas, de preferência trazidos de
casa, para evitar intoxicação alimentar. Nada de
comidas pesadas e frituras. Deve-se ingerir pelo menos 2 litros
de água natural, sucos, chás, água de coco.
Inclua saladas bem coloridas na dieta. Frutas e legumes ricos
em caroteno e em vitaminas, que deixam a pele mais protegida contra
os raios solares, são bastante indicados nessa época.
Entre eles estão:
aAs folhas verdes escuras (ricas em vitaminas, importante para
a aparência da pele) e os legumes como: espinafre, couve,
folhas de mostarda, brócolis, pimentão, tomate,
nabo, cenoura, abóbora e abobrinha.
aFrutas: laranja, ameixa, ameixa seca, nectarina, cereja, pêssego,
melão, manga e mamão.
Prevenção de acidentes e outros cuidados
Muitas crianças sentem verdadeiro fascínio pelo
mar, e por isso podem dar mais trabalho na praia. Para evitar
os sustos, tente colocar uma piscininha com água perto
de você, de preferência sob o guarda-sol. As crianças
devem sempre usar bóias e coletes salva-vidas quando entrarem
no mar ou piscina, e sempre devem estar acompanhadas por um adulto.
Não deixe as crianças sozinhas perto da água,
principalmente as menores. Como acidentes imprevistos acontecem,
assim que chegar mostre algum sinal com o qual possam localizar
você, como o letreiro da barraca ou a cor de seu sombreiro.
As crianças devem ser protegidas ao andar de patins e bicicletas,
usando equipamentos de proteção adequados, como
capacete, joelheiras, etc.
Deve-se tomar cuidado também com os insetos, que são
muito comuns nessa época do ano. Não deixe nada
que acumule água no quintal e usem sempre repelentes.
Assim, com esses cuidados, as crianças poderão curtir
o verão e se divertirem com maior segurança.
Copyright
© 2004 Bibliomed, Inc. - 27 de Dezembro de 2004.
http://boasau.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&Search=acidentes¤tPage=O&LibDocID=4535
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CUIDADOS
ESPECIAIS COM A SAÚDE E FÉRIAS PRAZEROSAS
Mar poluído, areia contaminada, sol em excesso, picadas
de insetos ou piscinas com germes e muito cloro: estes são
alguns dos estraga prazeres de quem for aproveitar o verão.
Na volta do litoral, crianças e adultos invariavelmente
sofrem com as infecções nos olhos, ouvidos e pele,
desidratação e infecção estomacal
pelo consumo de alimentos deteriorados ou em excesso.
Piscinas com grande concentração de produtos químicos
podem causar conjuntivite e rinite alérgica.
Mas algumas dicas podem ajudar a minimizar os dissabores. Na praia,
caminhe de chinelos e fuja daquelas freqüentadas por cachorros,
transmissores potenciais de bactérias e das que possuem
esgoto a céu aberto. Convém lembrar que areias sujas,
além de abrigo de micro organismos, podem esconder latas
e vidros.
As pessoas propensas a reações alérgicas
devem tomar cuidado com o tempo de exposição ao
sol e com picadas de insetos. A picada dos pernilongos, que vivem
em águas paradas, e dos borrachudos, que preferem correntezas,
causa os estrófulos, bolinhas vermelhas que coçam
bastante.
As crianças são vítimas freqüentes,
mas, com o passar do tempo e a repetição das picadas,
a reação se anula sob efeito de tratamento ou pela
maior resistência do sistema imunológico. Telas na
janela e véu sobre a cama são recursos que ajudam.
Relacionamos a seguir, os problemas mais freqüentes do calor
e a melhor maneira de combatê-los.
Micose por fungos: Bolhas, vermelhidão ou descamação
entre os dedos e na região da virilha, nádegas e
púbis. Causadas pelo uso de banho de mar em praias poluídas,
lava-pés sujos de piscinas e uso comum de toalhas e trajes
íntimos.
Infecções por bactérias: Bolhas ou nódulos
que se multiplicam pelo corpo. Evite águas contaminadas
e use roupas leves. Alimentos deteriorados podem causar infecção
intestinal.
Suor em excesso: Brotoejas, pequenas bolhas d' água que
surgem quando os poros entopem. Use roupas leves.
Insolação: Atinge pessoas que abusam do sol nos
primeiros dias. Os sintomas incluem pele seca, febre, etc. Crianças
são mais afetadas.
Desidratação: Exposição excessiva
ao sol e não repor líquido com freqüência.
Sol moderado e consumo constante de água e suco evitam
o problema.
Insetos: Embora inevitáveis, procure manter-se longe deles.
Use repelente contra borrachudos e, em caso de picada, lave o
local com água e sabão. O uso de pomada antialérgica
ou outro medicamento deve seguir orientação médica.
Na praia: Afaste-se de locais com esgoto e fezes de cachorro.
Use chinelos, não nadem perto de rochedos, fique de olho
nas crianças mesmo com bóias, elas transmitem falsa
sensação de segurança.
Na piscina: A água não pode estar esverdeada ou
turva, a junta dos azulejos deve estar visíveis, o lava-pés
deve estar limpo. Saia da água ao primeiro sinal de ardência
nos olhos, irritação na garganta ou nariz.
Siga estes conselhos e aproveite os prazeres da estação,
como a água, o sol, o mar, a piscina junto com sua família
e amigos.
Copyright
© 2000 e Health Latin América
http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=-1&Search=VERAO&CurrentPage=0&LibDocID=2869
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As
normas da ABNT são claras
O mercado brasileiro de piscinas tem um histórico muito
antigo, com relação aos sistemas de filtração
de que trata a norma NBR 10.339 da ABNT.
Tradicionalmente, são utilizados os chamados "filtros
de areia". No entanto, foram e têm sido utilizados
outros sistemas incluídos naquilo que a norma da ABNT chama
de "outros meios filtrantes". Assim é que no
início da década de 1960 chegou-se a utilizar "filtros
de diatomita", ainda encontrados no mercado norte-americano,
mas que não são mais utilizados em nosso mercado
desde aquela época. Mais recentemente, meados dos anos
90, surgiram no nosso mercado os chamados "filtros de cartucho",
importados inicialmente dos Estados Unidos, com grande capacidade
de retenção de sólidos em suspensão.
A norma da ABNT admite o uso desses "outros meios filtrantes"
desde que estejam consoantes o que dispõe seus capítulos
4.3 e 4.4.1. E uma dessas exigências é que tais sistemas
filtrantes tenham capacidade de filtrar todo o volume da piscina
no tempo determinado pela "Tabela - Tempo máximo de
recirculação (horas)" a que faz menção
o capítulo 4.1 da mencionada norma. Além disso,
há que se considerar ainda uma outra exigência na
norma, prevista no capítulo 4.7.2.2, que torna obrigatória
a instalação de ralo de fundo em todas as piscinas.
Surgiu agora, no mercado brasileiro, um novo sistema filtrante,
que se convencionou chamar de "filtro saco", equipamento
esse cujas características se contrapõem ao disposto
na norma NBR 10339. Isso porque tais equipamentos, que são
instalados diretamente nas piscinas, dispõem de tubulação
no conjunto de sucção e de recalque com bitolas
incompatíveis com o que dispõe o capítulo
4.12 da norma. Considere-se, ainda, a recomendação
que os fabricantes de tal sistema fazem de que não se deve
instalar ralo de fundo na piscina, conflitando com o que dispõe
a norma NBR 103339.
Essa prática tem levado ao mercado informações
incorretas, induzindo tanto os lojistas como os compradores de
piscinas a erro de avaliação, que poderá
representar séria ameaça à credibilidade
de nosso mercado. Por isso, é importante que cada fabricante
de filtros faça constar em seu material promocional a informação
de que seus produtos estão em consonância com o que
dispõe a norma NBR 10339 da ABNT.
Informações
da ANAPP, Associação Nacional dos Fabricantes e
Construtores de Piscinas e Produtos Afins.
Nº 67 - Maio/Junho de 2006
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PRODUTOS
E EQUIPAMENTOS SEM CLORO
Atualmente
há disponível no mercado uma infinidade de equipamentos
e alguns produtos químicos que prometem milagres na manutenção
e desinfecção de água de piscinas.
Todos
eles, sem exceção, prometem milagres que não
são realizados.
Todos
os equipamentos não são homologados pela ANVISA
e não estão de acordo com a Lei
6360/1976 e RDC
14/2007.
Vejamos
alguns exemplos:
LUZ
ULTRAVIOLETA – este equipamento consiste em fazer passar
a água da piscina por um tubo contendo uma lâmpada
ultravioleta que irá matar todos os fungos e bactérias.
O processo promete uma água de piscina pura e cristalina
sem produtos químicos.
Na
realidade há necessidade de se adicionar produtos químicos
para:
Acerto
da alcalinidade total
Acerto do pH
Clarificantes
Removedores de gorduras
e por fim C L O R O.
Também
não explicam aos consumidores que a água da piscina
não pode ficar turva, necessita filtrar vinte quatro horas,
pois caso contrário os raios ultravioletas não alcançarão
os microorganismos. Portanto a manutenção com produtos
químicos se faz necessário sempre que houver discrepância
nos parâmetros físico químicos da água
da piscina.
O
fator mais grave é que este equipamento não possui
homologação da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária – ANVISA,
como desinfetante de piscinas, que coloca em risco os usuários
e proprietários das piscinas que contém estes equipamentos,
vide Lei
6360/1976 e RDC
14/2007. Não há como se garantir uma eficácia
constante na água da piscina, por que o sistema (piscina)
é aberto, isto é, sujeito a todo tipo de contaminações
microbiológicas externas.
Se
este sistema fosse realmente eficaz não seria necessário
colocar CLORO. O problema fica maior ainda, pois quando se adiciona
cloro a uma piscina que possui este equipamento, ele deve permanecer
desligado, porque neutraliza a ação do CLORO.
Este
tipo de equipamento para ser utilizado em piscinas não
é considerado um desinfetante principal em piscinas pela
US- Environmental Protection Agency
Os
equipamentos com luz ultravioleta podem ser eficientes na desinfecção
de água já potável e nos sistemas industriais
fechados. Porém em piscinas não há a mínima
chance de serem eficazes, porque não deixam residual na
água da piscina que possa ser medido e controlado.
GERADORES
DE OZÔNIO
Da
mesma forma do que os equipamentos de ultravioleta são
considerados coadjuvantes na manutenção e desinfecção
de água de piscinas, isto é, necessitam da adição
de produtos químicos para a estabilização
das características físico químicas da água
das piscinas.
O
ozônio (O3) é um gás gerado por um equipamento
elétrico que provoca pequenos curto circuitos elétricos
controlados, queimando o oxigênio do ar e assim gerando
um poderoso oxidante, o ozônio.
Apesar
de ser um poderoso oxidante não consegue manter um residual
constante na água da piscina, sendo, portanto apenas um
auxiliar na eliminação de gorduras e microorganismos.
A
US- Environmental Protection Agency,
equivalente a nossa ANVISA no
Brasil, considera o ozônio como coadjuvante na desinfecção
de água de piscinas, colocando ainda fortes restrições
aos sistemas que devem ser seguros, pois o gás ozônio
não pode entrar em contato com os banhistas porque poderá
queimá-los. Basta lembrar que quando acontece uma descarga
elétrica no meio ambiente há uma grande formação
de gás ozônio que queima tudo que está próximo
dependendo da intensidade da descarga elétrica, inclusive
as pessoas próximas.
Este
equipamento não é homologado pela ANVISA
e não está de acordo com a Lei
6360/1976 e RDC
14/2007.
Além
disto, o ozônio como poderoso oxidante, coroe todas as instalações
de uma piscina, tornando os revestimentos em vinil, fibra de vidro,
tubulações e filtros de piscinas plásticos,
quebradiços, perdendo sua resistência mecânica
e causando vazamentos de água.
Da
mesma forma necessita de CLORO para a manutenção
de um residual seguro para os banhistas. Quando se adiciona o
cloro o equipamento deve ser desligado, pois elimina o CLORO da
água da piscina.
O
gás ozônio é muito eficiente em sistemas fechados
de água industrial e na desinfecção de água
já potável, pois elimina o cheiro de cloro que pode
não ser uma excelente característica.
IONIZADORES COM COBRE
Segundo
a US Environmental Protection Agency
considera um equipamento auxiliar, coadjuvante, na desinfecção
de água de piscinas.
O
equipamento consiste em gerar íons de cobre na água
da piscina que funcionam com algicidas. Alguns equipamentos utilizam
uma liga de cobre e prata que, segundo seus fabricantes, garante
ser bactericida, porém a legislação norte
americana aconselha a utilização de CLORO.
A
adição de produtos químicos também
é necessária, para se manter os parâmetros
físicos químicos da água da piscina tais
como teor de cloro, pH e alcalinidade total.
Estes
equipamentos também prometem água pura e cristalina
sem a necessidade de produtos químicos.
O
acúmulo de cobre na água das piscinas que utilizam
estes equipamentos é bastante danoso, pois quando a concentração
deste metal atinge a saturação aparecem depósitos
escuros nas paredes das piscinas, manchando todo tipo de revestimento,
fibra, vinil ou azulejos.
O
cobre não é eliminado, portanto se concentra e provoca
reações alérgicas e manchas nos cabelos e
unhas dos banhistas.
O
funcionamento dos filtros é afetado, pois há formação
de depósitos na areia que serve como meio filtrante.
A
verdade é que não existem milagres ou produtos milagrosos,
a desinfecção e manutenção de água
de piscinas devem ter regularidade na execução e
os produtos aplicados devem possuir registros na ANVISA
com testes de eficácia e tudo mais que a lei exige.
Invariavelmente
gastam se pequenas fortunas nestes equipamentos que vendem a imagem
de não necessitar a adição de produtos químicos,
porém com o passar do tempo, os consumidores percebem que
as promessas não são cumpridas pelos equipamentos
mágicos, restando somente os prejuízos; financeiro
e da saúde dos banhistas.
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